quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

OS DEDOS DO VIOLEIRO














Quando o violeiro toca
Na viola enluarada
Ilumina o coração.


Na leveza do seu toque
Que ele faz com a magia
De quem tange uma paixão,
Fica o coração mais mole,
A perna perde o controle
E foge a respiração.


Os dedos do tocador
Se tocam uma mulher
Como tocam o violão.
A mulher fica dengosa
Vira verso, vira prosa,
Vira parte da canção.
O MAIOR DOS PERIGOS







Na selva densa e terrível
com feras a me espreitar,
tanto perigo invisível,
sem bússola e sem radar.

Tem movediças areias,
tem serpentes, tem leões,
aranhas armando teias,
tem flechas, dardos, ferrões.

Ou em nau, na incerteza
de um bravio e feroz mar,
vendo a morte com clareza,
sem remos pra navegar.

Enfrentado a correnteza,
vagalhões a me assustar.
Tudo contra e sem certeza
que a bonança vai chegar.

Os perigos são moleza,
são tão fáceis de enfrentar.
Eu não temo a natureza,
só tenho medo de amar.

GIED - GRUPO INCENTIVO AO ESCRITOR DIAMANTINENSE: BREVE HISTÓRIA DO GRUPO DE INCENTIVO AO ESCRITOR DIAMANTINENSE

GIED - GRUPO INCENTIVO AO ESCRITOR DIAMANTINENSE: BREVE HISTÓRIA DO GRUPO DE INCENTIVO AO ESCRITOR DIAMANTINENSE

quarta-feira, 6 de julho de 2011

quinta-feira, 29 de abril de 2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

sexta-feira, 31 de julho de 2009